A prática de exercícios físicos ao ar livre, traz inúmeras vantagens para o corpo e a mente.

A prática de exercícios físicos ao ar livre, traz inúmeras vantagens para o corpo e a mente.
''Nossa história é uma história de domínio do intelecto sobre o corpo, do senhor sobre o escravo, do patrão sobre o trabalhador. Ou seja, sempre de separação entre o corpo e a mente. Vivemos de explorar nossos semelhantes e submeter o trabalho corporal ao intelecto". Freire, João Batista - De Corpo e Alma: o discurso da motricidade / São Paulo, 1.991, cap.I, pág.27.

Música

terça-feira, 8 de junho de 2010

Dimensão Procedimental, Conceitual e Atitudinal

Procedimental

O conteúdo procedimental é composto pelo conjunto de técnicas, habilidades ou procedimentos que devemos saber executar, ou seja, é um “saber fazer” (FREIRE, 1999). Em nossa área, muitas vezes se entende que o saber fazer a ser ensinado resume-se na execução de exercícios físicos e habilidades motoras, o que não é verdade, pois embora esses sejam procedimentos específicos da Educação Física e estejam presentes em todas ou em grande parte das aulas, outros procedimentos são ou poderão ser ensinados. Zabala (1998) explica que há diferentes tipos de procedimentos. Podem envolver um diversificado número de ações, ser algorítmicos ou heurísticos e, ainda, motores ou cognitivos. Assim, há na Educação Física um conjunto de conhecimentos procedimentais que não envolvem a execução de movimentos por parte dos alunos, mas sim outras formas de saber fazer que podem levar a uma outra relação com o movimento.
Vemos em Betti (1999), por exemplo, a discussão sobre a relação entre esporte, televisão e Educação Física escolar. Diante do impacto que a televisão tem no mundo atual e, conseqüentemente, para as aulas de Educação Física, o autor apresenta algumas propostas para que o professor utilize a televisão, trabalhando com a “mixagem” e depois em “estéreo”, procurando “um equilíbrio entre assistir e praticar esporte” (Betti, 1999, p. 225, grifo do autor). Assim, o estudante poderá vivenciar o esporte e apreciá-lo, seja pela transmissão televisiva, seja pelo acompanhamento de um evento esportivo diretamente em seu local de realização. Ensinar os alunos a apreciar o evento esportivo, por exemplo, implica que identifiquem o sistema tático empregado por cada equipe, os erros nesse sistema, as habilidades específicas de cada atleta, bem como os erros na execução dessas habilidades. Implica também ensinar a “identificar outros modelos de prática esportiva que não o hegemônico, a partir das contradições contidas no próprio discurso televisivo” (Betti, 1999, p. 224). Dessa forma, fica menos suscetível a informações erradas, confusas e mal-intencionadas de muitos “comentaristas esportivos”.
Alguns desses conhecimentos, que envolvem a identificação, a comparação e a criação de respostas ou sugestões para os problemas percebidos, são formas de procedimento aprendidas, por exemplo, por milhões de brasileiros que apreciam o futebol e que se julgam um pouco “técnicos” da modalidade. Esses e outros procedimentos, aplicados a diversas formas de manifestações culturais em que o movimento esteja presente, podem e devem ser ensinados nas aulas de Educação Física.
Para aprender essas duas formas de conteúdo procedimental, os conhecimentos da biomecânica podem ser relevantes. No primeiro caso, o aluno deverá perceber como aplicar os princípios da mecânica ao movimento para conseguir executar com o sucesso esperado determinado exercício físico ou habilidade motora. Portanto, o domínio da posição do corpo no espaço determinada pelas variáveis cinemáticas, assim como da força aplicada para manter a postura ou deslocar um implemento caracterizada pelas variáveis cinéticas, é essencial para a execução dos movimentos em geral. Por exemplo, a execução de um saque no voleibol exigirá dos alunos uma seqüência de movimentos envolvendo transferência de velocidade entre os segmentos e uma aplicação de força em um ângulo específico. Ao vivenciarem essa execução repetidas vezes, serão capazes de alcançar maior controle dessas variáveis, conseguindo determinar o local da quadra no qual a bola deverá cair.
Procedimentos não motores podem exigir também a compreensão e a aplicação de conhecimentos da biomecânica. A habilidade para identificar nos colegas ou em atletas erros cometidos durante a execução de uma habilidade motora envolve a percepção e a compreensão das variáveis mecânicas envolvidas em cada momento. É muito mais fácil identificar um erro quando se consegue dividir o movimento em suas diversas fases e se localizam seus elementos-chave e as variáveis mecânicas vinculadas a eles (CARR, 1998). Vejamos um erro no chute de futebol: a bola não está saindo com a potência necessária. O movimento divide-se nas seguintes fases: corrida preparatória, movimentos de balanceio para trás e colocação do pé de apoio, movimentos produtores de força e recuperação. Cada fase influencia a seguinte, e erros cometidos nas fases iniciais afetarão todas as demais. Em cada fase existem elementos-chave que definem seu sucesso. Por exemplo, na fase de produção de força deve ocorrer a transferência correta da força peso para o pé da frente, extensão do joelho da perna de chute, rotação do quadril etc. Cada um desses elementos-chave está vinculado a uma variável mecânica: transferência do peso – permite a contínua aplicação de força; extensão do joelho – permite uma maior velocidade linear do pé no chute; rotação do quadril – aplicação de força por mais tempo, isto é, maior impulso e assim por diante.
Se, ao corrigirem os alunos, os professores utilizarem esse tipo de análise, serão capazes de, mais rapidamente, resolver os erros, em vez de pedir diversas alterações sem ter base sólida para isso. Ao mostrarem seu raciocínio aos alunos, também permitirão que comecem a utilizá-lo em seu dia-a-dia para entenderem os erro de colegas ou de atletas em competições.

Conceitual

A dimensão conceitual é composta de fatos, princípios e conceitos que devem ser compreendidos, caracterizando um “saber sobre” ensinado na escola. Na Educação Física, esse conteúdo conceitual é composto de conhecimentos sobre o movimento (FREIRE, 1999). Considerando que o movimento envolve princípios da mecânica, compreender o movimento implica, com certeza, a compreensão de alguns princípios da biomecânica. Obviamente, esses conhecimentos devem ser significantes para os alunos, ou seja, só interessa a compreensão desses conhecimentos se houver uma aplicação à realidade do aluno.
Os conhecimentos da biomecânica estão diretamente relacionados com a física e, portanto, envolvem a articulação de conhecimentos aprendidos nesse outro componente curricular. Podemos ver, assim, um projeto multidisciplinar interessante, envolvendo a física ou ciências como a Educação Física. Não propomos aqui que a Educação Física passe a ser responsável por ensinar os conceitos da física, mas sim que os alunos compreendam como alguns desses conceitos aparecem na prática do movimento humano.
Em sala de aula, exemplos desses conceitos de movimento em que usualmente são empregados blocos apoiados em mesas, explicações mostrando a relação entre o tempo que um trem demora a encontrar outro ou até a trajetória de uma bala de canhão podem ser muito mais claramente vistos com movimentos esportivos. Assim, bons exemplos seriam mostrar o atrito da sola do tênis com diferentes superfícies, noções de diferenças de velocidade de bola ou a de projétil utilizando a trajetória parabólica de qualquer arremesso.

Atitudinal

Por conhecimentos de natureza atitudinal identificamos normas, valores e atitudes que o professor quer ensinar a seus alunos durante as aulas. Esse tipo de conhecimento tem sido relegado a segundo plano nos planejamentos elaborados pelos professores, mas, de forma implícita, está sempre presente no relacionamento interpessoal que acontece no ambiente de aprendizagem. A forma como esses conhecimentos aparecem na Educação Física ainda não foi suficientemente estudada. Freire, Soriano e de Santo (1998) propõem que essa dimensão está diretamente relacionada ao preparo do aluno “para” a utilização de seu potencial motor, o que implica valorizar essa prática e adotar atitudes adequadas, cumprindo normas básicas de segurança.
Sob essa perspectiva, podemos identificar uma dimensão atitudinal da biomecânica, procurando levar o aluno a valorizar a utilização dos conhecimentos aprendidos nas aulas para uma melhor compreensão de seu potencial motor, buscando uma prática consciente. Aparece claramente a ênfase na segurança do aluno, que poderá adotar uma atitude correta evitando sobrecargas e, conseqüentemente, lesões.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

Museu da Língua Portuguesa - Core Curriculum


Foi muito bom conhecer o excelente Museu da Língua Portuguesa porque de certa forma tem a base da Cultura Brasileira, revela-se fundamentalmente que os seus falantes a dominem o melhor possível, sendo no nível da expressão escrita, da expressão oral, para assim retirarem o maior proveito no seu dia-a-dia.

O Museu da Língua Portuguesa pretende ser mais um importante instrumento de contribuição para a consolidar a Língua Portuguesa, sendo no Brasil ou pelo mundo fora.

Tal como a Língua é um meio privilegiado de comunicação e interação entre as pessoas também o objetivo principal do Museu é o máximo de interação dos materiais e serviços que apresentam para seus visitantes. Além disso, os vários espaços deste moderno museu foram concebidos para manifestarem um ambiente multimídia, com imagens, músicas, vídeo, voz humana, etc. Onde estão representados vários artistas e autores brasileiros, uns que participaram na elaboração das exibições e outros grandes nomes da Língua Portuguesa.

Entre esses artistas e autores temos: Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Camões, Machado de Assis, Camões, Guimarães Rosa, Euclides da Cunha, Gregório de Matos, etc.

Música e sons: Bete Coelho, Chico Buarque, Arnaldo Antunes, Zélia Duncan, Vinicius de Moraes, Maria Bethânia, entre outros.

De primeiro momento ao entrar no Museu identifiquei a “Árvore da Língua”, uma super escultura com cerca de 16 metros de altura, ela foi criada por um designer, ali pude visualizar de uma forma mais simplificada a evolução e toda a exuberância da Língua Portuguesa. As raízes dessa Árvore são formadas por muitas palavras arcaicas que deram origem então a Língua Portuguesa. Há também o espaço de exposições onde esta a obra “Grande sertão: veredas” tem também um auditório onde são passados numa tela filmes sobre a origem, a história, a diversidade, a importância da linguagem e das línguas para o Homem, outro espaço também muitos interessante é a Praça da Língua. É uma espécie de anfiteatro, tendo uma das principais áreas do Museu, devido sua dimensão. Na praça são difundidos textos das obras clássicas da prosa e da poesia em Língua Portuguesa, em sons, imagens e em vídeos. É um imenso “planetário” de várias palavras no qual efeitos visuais são projetados no teto e em um piso que se ilumina.

Esta surpreendente Galeria é um espaço que tenta simular a sensação que nos encontramos numa estação de trem Tendo um extenso corredor ao longo e uma tela. São projetados vídeos que passam a forte presença e riqueza da Língua no cotidiano: emprego, carnaval, futebol, música, etc.

Já na Linha do Tempo da História da Língua Portuguesa, passa-se o Latim clássico e vulgar, as línguas românicas antigas, até à atualidade. Em um grande painel, são mostradas as três Línguas principais que formam o português falado no Brasil - o português de Portugal, a Língua dos Índios e dos africanos. É também apresentada em obras da Literatura brasileira a evolução do português falado no Brasil.

No espaço do Mapa de Falares, é apresentado um grande mapa interativo das diversas falas do Brasil. Os visitantes podem selecionar um estado e ouvir o modo de falar dessa região, sua cultura na fala.

Na parte das Palavras Cruzadas há oito totens (objeto de caráter religioso, que classificam as coisas sagradas) multimídia interativos, que cada um representam uma Língua que formou ou influenciou o português brasileiro onde os visitantes podem interagir com estes totens de modo a descobrir a origem das variadas palavras da Língua Portuguesa.

O Beco das Palavras. Compostos por diversos pedaços de peças interativos onde os visitantes podem se divertir construindo e reconstruindo diversas palavras da Língua Portuguesa, sendo um dos espaços mais lúdicos da exposição.

O Museu trata-se de um museu vivo da língua, onde os brasileiros podem se reconhecer e se conhecer melhor; lugar que evoca a especificidade e a riqueza da língua portuguesa do Brasil e busca assim, reforçar o sentimento de pertencer e de responsabilidade com o país.

O objetivo maior que percebi é fazer com que as pessoas se surpreendam e descubram aspectos da língua que falam, lêem e escrevem, bem como da cultura do país em que vivem, nos quais nunca haviam pensado antes. Que se espantem ao descobrir que sua língua tem todos aqueles aspectos ocultos. É utilizado de diversas maneiras nas obras criatividade, imagens e humor. O museu deseja que o público tenha acesso a novos conhecimentos e reflexões, de maneira intensa e prazerosa.

O Museu teve um custo de orçamento em 37 milhões de reais, repartidos, sobretudo entre a Secretaria da Cultura paulista em conjunto com a Fundação Roberto Marinho. Entre os muitos outros contribuintes.

Com base na minha conclusão, vale muito a pena conhecer o Museu da Língua Portuguesa.

domingo, 6 de junho de 2010

Tradução da Música tema da COPA DO MUNDO, África 2010.



Bandeira Acenando

Ooooo, ooooooo
Dê-me liberdade! dá-me o fogo!
Dê-me razão! Leve-me mais alto!
Veja os campeões em campo agora!
Vocês vão ser lutadores! fazem-nos sentir orgulhosos.

Nas ruas, muitas mãos, levantadas celebrando
Uma festa sem descanso, os países
Como irmãos

Cante e junte sua voz, grite alto em vez de você ouvir o sol,
O jogo está prestes a começar, todos juntos vamos ganhar

Refrão:

Unidos seremos grandes, seremos fortes como um povo
Bandeira da Liberdade, que vem e que vai (x4)
Quando eu ficar mais velho, eu vou ser forte!
Eles vão me chamar de liberdade, assim como a bandeira acenando!
Agora, balance a sua bandeira (7x)

Ooooo, ooooo, ooooo (x2)

Dê-nos a vida, dê-nos fogo, que nos levará ao topo,
Campeôes e derrotados, mas unidos para tentar,
Nas ruas as pessoas são exaltadas como perdemos nossa inibições
A celebração é em torno de nós! Cada nação em torno de nós!
Cantando eternamente jovem, cantando canções debaixo do sol!
Vamos alegrar juntos o belo jogo e no final do dia nós todos dizemos

Refrão:

Unidos, vamos ser grande, ser forte, somos um povo,Bandeira da Liberdade, Quando eu ficar mais velho, eu vou ser forte, eles vão me chamar de liberdade, assim como a bandeira acenando! onda agora sua bandeira (7x)

E todo mundo vai cantar

Oooo,ooo, ooooo

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Forma de Aprendizagem de Skate na Escola

“O professor ao entrar em sala de aula, não encontra somente cérebros para ensinar, lida principalmente, conforme a faixa etária, com os corpos e nesse sentido qualquer conhecimento, qualquer conteúdo, atravessarão, obrigatoriamente o canal corporal. Durante a prática inserida no plano, um momento livre, espontâneo e supervisionado, para realização de auto-descobertas é indicado, pois podemos perceber que elas mesmas, desenvolvem formas de se movimentar com o skate, que para elas é mais um brinquedo divertido, que pode proporcionar por meio da vivência diferentes sensações e emoções”. (MATTOS, 1999, P. 20).

Atualmente o que podemos perceber é que os alunos já estão saturados das aulas de Educação Física nas escolas, todos eles já sabem qual será a prática do esporte coletivo aplicado na aula, sendo assim em alguns casos separados por semestre, como por exemplo, Basquete, Vôlei, Futsal e Handebol, ou seja, aquela coisa monótona, bem repetitiva. A partir daí nós como futuros profissionais da área podemos analisar e ter uma visão bem ampla, pois fora o tal chamado “QUARTETO”, temos também o Skate, que por sua vez pode ser uma forma de aprendizagem muito grande que auxilia na formação do aluno, adquirindo também as dimensões Procedimental, Conceitual e Atitudinal, que podem influenciar no dia-a-dia de cada um deles tanto na parte de cidadania e socialização, fora a parte de contribuição motora.




Os esportes radicais vêm sendo cada vez mais abordados como conteúdos dessas novas práticas como meio de lazer, esporte e educação, daí então podemos observar diferentes estímulos motores, mas não esquecendo de sempre lembrar das diferentes faixas etárias e níveis de desenvolvimento do aluno. Conclusão através da aula de skate, ambos podemos tirar proveito, seria uma estratégia de aula.

Alguns autores dentre eles Cratty (1975) apud Mattos (1999) apontam o corpo como meio de conhecimento para os demais aspectos. No inicio todo conhecimento seria apenas motor, e posteriormente divide-se em três ramos: cognitivo, afetivo e psicomotor. Que para Le Boulch (1986) Apud Mattos (1999) possam assim possam assim ser denominados: o saber fazer, o querer fazer e o poder fazer. (Mattos, 1999, p. 20).

Muito importante lembrar:

O professor ao preparar uma aula, deve-se pensar nas melhores possibilidades possíveis para que, não venha causar acidentes com seus alunos durante as suas aulas. Quando se fala em acidentes com skate nas aulas de educação física, não quer dizer que esse seja diferente. Acidentes podem sim acontecer em qualquer modalidade ou ambiente, desde que tenha algum tipo de envolvimento corporal.

Conclusão através da aula de skate, ambos podemos tirar proveito, seria uma estratégia de aula.



Tudo Sobre o Skate





HISTÓRIA DO SKATE

Ainda não se sabe exatamente quando apareceu o Skate , mas podemos dizer que foi no princípio dos anos 60 na Califórnia. Era em uma época aonde reinava o surf, praia e a curtição total sobre uma prancha. Mas eles queriam fazer das pranchas um divertimento também nas ruas, numa época de marés baixas e seca na região. Inicialmente, o novo esporte foi chamado de sidewalk surf.
Os skates eram muito primitivos, não possuíam nose nem tail, era apenas uma tabua e quatro rodinhas. O crescimento do esporte se deu de uma maneira tão grande, que muitos dos jovens da época adotaram ao esporte chamado skate, surgiam então os primeiros skatistas da época. Era uma época aonde o free style dominava, os skatistas usavam e abusavam deste tipo de manobra. No ano de 1965 se comercializaram os primeiros skates fabricados industrialmente e começaram as primeiras competições. Esporte então, teve seu auge em meados dos anos 70, aconteceu um fato que chocou a maior parte de todos os skatistas, a revista "Skateboarder"que era uma das mais importantes sobre o assunto, anunciou a sua mudança de planos, agora cobrindo assuntos sobre competições de Biker's. Foi quando se deu a morte do skate, muitas pistas fecharam, e muitos abandonaram o esporte, apenas ficaram os que realmente gostam do carrinho. Ouve então que esses skatistas que perderam suas pistas, suas revistas, e tudo que era a respeito sobre eles, se lançaram a andar na rua, usando tudo que achavam no cotidiano como obstáculo, dai se deu o street skate. Em meados dos anos 70,houve o racionamento de água nos E.U.A, as pessoas esvaziavam suas piscinas, foi ai que os skatistas perceberam que essas piscinas vazias, poderiam ser ótimos obstáculos, foi ai que se deu o skate vertical.


Nos anos 80 o skate volta ao seu auge, com a inovação dos skates, e a utilização das pistas em "U" os half pipes, o skate retorna as suas origens de muitos adeptos, e com o aparecimento de vários nomes do sk8board mundial: Steve caballero, Tony alva, Tom sims, entre outros contribuíram e muito para o progresso do skate. Foi aí que surgiu um garoto que com apenas 12 anos, mandava flips muito altos na rampa, um garoto magro e com um estilo muito técnico e mesmo com pouca idade já deixava todos de queixo caído, seu nome? nada mais do que um simples skatista chamado Tony Hawks.
Outro fator muito importante para o sk8 da época, foi o vídeo da Bones Brigade, onde Steve Caballero teve um papel bastante forte na sua existência. A partir dai, o sk8 nunca mais teve seu declínio, nos anos 90 foi quando o sk8 atingiu o seu auge, com muitos adeptos, produtos, e campeonatos que incentivam bastante os jovens crianças, e até os velhos dos anos 90.
Em 1965, surgiram os primeiros campeonatos, mas o skate só ficou mais reconhecido uma década depois.


Em 1973, o norte-americano Frank Naswortly inventou as rodinhas de uretano, que revolucionaram o desporto. Um skate passou a pesar à volta de 2,5 kg.
Na década de 1980, um dos revolucionários do skate street e freestyle foi Rodney Mullen. Mullen desenvolveu várias manobras como ollie, flip, heelflip, hardflip, kickflip, casper, darkslide, rockslide, 50-50, body varial, nollieflip underflip, primo, reemo, varialflip, inward heelflip, inward kickflip, 360 flip, fs flip, bs flip, varial heelflip, fs heelflip, bs heelflip, etc. Grande parte das manobras existentes atualmente são derivadas destas manobras. Rodney Mullen foi diversas vezes campeão mundial, chegando a ser considerado o melhor skater do mundo. Pouco tempo depois Rodney Mullen foi proibido de participar de campeonatos, pois ganhava em todos os campeonatos com as manobras inventadas por si mesmo !

Partes da prancha de skate



O skate é formado por seis peças, todas fundamentais para um bom funcionamento, são elas:
1. shape (prancha superior)
2. par de truck (eixo)
3. quatro rodinhas
4. oito rolamentos (Dois em cada roda)
5. oito parafusos
6. uma lixa auto-adesiva

• Shape
É a prancha de madeira que serve como base para as manobras. Composto por madeira leve e resistente (Mapple, por exemplo) disposto em folhas. Existem hoje vários tipos, com pouco ou muita inclinação, ou com pouca ou muita largura, podendo escolher-se o que mais se adequa a cada tipo de manobras e estilo!

• Nose
A parte da frente do shape. Depois do truck dianteiro. O oposto de tail.

• Tail
É a parte de trás do shape.

• Cave
Cuvatura antes do inicio do nose e tail.

• Concave
Curvatura vertical dos lados do shape (faz com que o skate ganhe pressão para executar as manobras.

• Trucks
São os eixos do skate a parte de metal onde se encaixa as rodas.

• Base
Parte dos trucks que ficam parafusadas ao shape. Na base está fixado o eixo, que tem movimento e segura as rodas.

• Rodas
São feitas geralmente de Poliuretano ou de Uretano. Possuem duas cavidades, uma de cada lado, onde são dispostos os rolamentos (de medida 608). Variam muito quanto ao tamanho. Eram utilizadas rodas mais macias e maiores nas décadas de 70 e 80. Na década de 90, com o "boom" do street skate, elas diminuíram de tamanho, chegando a medir somente 45 mm. E também se tornaram mais duras. Atualmente estão num estágio intermediário, com tamanhos que variam entre 50 e 60 mm, e dureza entre 97 a 103 a.

• Rolamento
Permitem as rodas girarem livremente e portanto o deslize do skate no solo. São confeccionados de ligas de aço e possuem diversas marcas. Existe uma classificação ABEC, que classifica o rolamento quanto a sua precisão nas dimensões. Uma espécie de certificação de engenharia. Portanto essa certificação ABEC por si própria não classifica os rolamentos quanto os quesitos durabilidade e velocidade. Essas características dependem da qualidade dos componentes, como esferas, gaiolas, lubrificação etc. É perfeitamente possível que um rolamento ABEC 3 de determinada marca corra e dure mais que um ABEC 7 de outra marca por exemplo. Existem também rolamentos sem certificação ABEC porém de marcas conceituadas, como os da "Bones".

• Parafusos
Responsáveis por fixar os trucks ao shape. São quatro em cada truck, somando um total de oito parafusos.

• Lixa
Fica aderia à superfície do shape, fazendo com que aumente o atrito entre o calçado e o shape do skate, possibilitando assim a execução de manobras e impedindo que o calçado deslize involuntariamente sobre o shape. Na maioria das vezes é feito em aço, por ter como caracteristica sua resistencia.


Modalidades

• Big Air
Modalidade criada por Danny Way que foi adotada e atualmente é a principal competição do X-Games. Colocando modalidades que também refletem parte do que os skatistas querem mostrar para o mundo, como o fim da disputas do "skate park" e mostrar disputas de "street skate", em obstáculos que verdadeiramente reproduzem o que os skatistas de street fazem.

• Down Hill
Descidas e ladeiras são os palcos para os skatistas que praticam o downhill. Sempre equipados de capacete e equipamentos de segurança o skatista desce ladeiras íngremes. Existem ladeiras em que os atletas atingem mais de 110 km/h, onde equipamentos como macacão e luvas de couro, capacete fechado é indispensável.

• Freestyle
Modalidade onde o skatista apresenta várias manobras em seqüência, geralmente no chão. O freestyle é considerado uma das primeiras modalidades do Skate.Cada skatista efetua suas combinações de manobras em um tempo pré-estipulado.Hoje,esta modalidade esta voltando com força no mundo inteiro e o seu principal skatista ainda é o Americano chamado;Rodney Mullen. Muitas manobras do street de hoje em dia,vém do freestyle.

• Mini-rampas
As mini-rampas são populares em todo o mundo, pois devido a pouca altura que elas possuem, as manobras são executadas com uma maior facilidades. Nesta modalidade, a uma mistura de street com vertical. Na realidade as mini ramps são um mini half pipe, aonde as paredes não chegam ao vertical. Elas variam de 1 a 2 metros e 10 cm de altura. São excelentes para se aprender manobras, principalmente as que utilizam bordas, onde o eixo ou as rodas permanece em contato com o coping (detalhe de acabamento feito por um cano, inspirado nas piscinas americanas de fundo de quintal). Essas pistas são facilmente construídas. O risco de se machucar em uma manobra é bem pequeno e é uma prática necessária para a evolução de qualquer skatista.

• Pool Riding
É tido como uma das modalidades mais loucas de skate, pois é praticado em piscinas vazias de fundo de quintal, que com suas paredes arredondadas são verdadeiras pistas de skate. Na realidade as pistas de skate em forma de Bowl (bacia) são inspiradas nas piscinas, que tinham a transição redonda: azulejos e coping. O fundo redondo das piscinas americanas é para o caso de a água congelar as paredes não arrebentarem, pois nesse caso o gelo se deslocaria para cima, não fazendo pressão nas paredes. Na década de 70, alguns skatistas da Califórnia, mais precisamente de Santa Mônica, se aventuraram a andar em piscinas vazias, e assim foi criada o Pool Riding que atualmente é uma modalidade underground praticada por alguns skatistas que gostam de transições rápidas. Recentemente, em 1999, a Vans (uma marca de tênis para skatistas) inaugurou uma das maiores pistas da América, onde a atração principal é uma réplica da famosa piscina Combi Pool que ficava na extinta pista de Pipeline em Upland. E já promete outra pista para breve, sempre com a inclusão de piscinas no seu desenho.

• Street skate
a)No skate de rua (street skate), os praticantes utilizam a arquitetura da cidade, por exemplo, bancos, escadas e corrimãos (elementos do mobiliário urbano) como obstáculos para executar suas manobras e se expressar.
b)Em campeonatos dessa modalidade o skatista tem em média um minuto para se apresentar em uma área de competição que geralmente imita elementos da arquitetura das cidades.
c)O street skate de alto nível de dificuldade acontece principalmente nas ruas, sem envolver nenhuma competição. Esse tipo de skate pode ser visto em revistas e vídeos especializados.

• Vertical
A modalidade vertical é praticada em uma pista com curvas (transições), com 3,40m ou mais de altura, três metros de raio e quarenta centímetros de verticalização, geralmente possuem extensões. A pista, que apresenta a forma de U, é chamada de half-pipe e pode ser feito de madeira ou concreto.

Surf & Saúde


O surfe é um esporte que exige muito preparo físico e psicológico, também uma alimentação correta. É bom que o surfista coma pouco e coma coisas leves antes de surfar, pois se comer por exemplo, um churrasco e ir surfar, pode dar congestão. Os dias sem ondas são bons para fazer condicionamento físico, como por exemplo, dar uma corrida na praia, você pode notar, que a maioria (MAIS DE 50%) dos surfistas são baixinhos e muito fortes, pois a maior parte dos surfistas, antes de parar de crescer, já começam a puxar ferro e malhar, pois não é bom ser muito alto para surfar, a maioria dos surfistas tem no máximo 1,70 m ou um pouquinho mais, devido a musculação que eles fazem antes de parar o crescimento. Para um homen, é melhor que faça musculação depois que parar de crescer, pois o esqueleto já cresceu tudo que tinha que crescer. Atualmente,nas academias de musculação, estão proibindo meninos que ainda estão crescendo de entrar nas academias de musculação. Todo mundo tem uma programaçào de estatura para quando parar de crescer. Quando uma pessoa faz exatamente 2 anos, ou seja quando não tem nem 1 ano e 364 dias e nem 2 anos e 1 dia, ela vai ao médico, o médico mede a sua altura com exatamente 2 anos de idade (730 dias) e multiplica por 2, e o resultado, será a altura desta tal pessoa quando parar de crescer, pode crescer mais alguns centímetros do que o previsto se for uma pessoa que sempre fez esportes, ou seja, que nunca foi sedentária. É bom que 1 surfista coma banana, pois tem potássio e evita a cãimbra para quando for surfar, é bom que se alimente direito, com fibras, sais minerais, vitaminas, proteínas. Não é legal tomar Coca-Cola, ou comer chocolate e ir surfar,, não façam isso, só atrapalha e o chocolate é difícil de ser queimado, super difícil. É bom que 1 surfista coma Nutry 1 hora antes de surfar, pois o nutry é importante, mais Nutry em excesso engorda, pois tem muita caloria. Se em dias que não tem onda um surfista fizer condicionamento físico, quando for varar a arrebentação vai ser bem mais fácil, pois correr da pique para passar a arrebentação.

Tudo Sobre o Surf


Gírias do surf: (alguns exemplos)

a) Flat: Quando não tem onda nenhuma no mar
b) Merreca: Quando o mar está com ondas muito pequenas
c) Monstruoso: Mar com ondas muito grandes e violentas.
d) Vaca: Quando o surfista cai da prancha enquanto está surfando a onda ou quando vai descer a onda.
e) Prego: Surfista no qual não sabe surfar direito.
f) Stórm: Mar com ondas muito grandes e mexidas.
g) Xarope: Mar fácil de se surfar.




Exemplos de costumes de surfistas:


a) Andar de sandália Havaiana, calção de florzinhas e sem camiseta. ( no verão)
b) Passar parafina no cabelo quando está sol para ficar louro.
c) Fazer musculação.
d) Andar com o calção abaixo da cintura com meia bunda de fora.

Quando um surfista está começando a surfar, ele nãop deve ir para depois da arrebentação das ondas, ele deve treinar primeiro na areia, desenhando uma prancha ai ele começa a treinar a deitar, remar e levantar na prancha para ficar em pé. O surfista deita na prancha com a barriga para baixo, rema com ambos os braços, e para subir na prancha e ficar em pé quando descer uma onda, após o surfista ter remado e a prancha ter começado a descer a onda, o surfista põe uma mão em cada borda da prancha, pressiona a prancha para baixo com toda força, vai levantando o tronco e após isto joga as pernas para a frente. O surfista pratica bastante isso na areia e depois pratica no rasinho durante um grande período o treinamento de subir em uma prancha e manter o equilíbrio sobre a mesma. Depois de alguns meses de surf, o surfista aprende a passar a arrebentação, há 2 jeitos de passar a arrebentação:

1) Aplicando o joelhinho, no qual o surfista quando for perfurar a onda, põe uma mão em cada borda da prancha, pressiona a prancha para baixo, levanta a cabeça e o tronco e abaixa novamente ai quando abaixar a cabeça e o tronco, coloca o joelho esquerdo no lado esquerdo da prancha fazendo pressão para baixo e estica a perna direita e assim passa por baixo da onda. Esse jeito de furar a onda, deve ser praticado pelo surfista, após ele ter uma certa pratica em furar a arrebentação, é recomendável que começe com o outro jeito que irei explicar abaixo:

2) Aplicando o tartaruguinha, no qual quando a onda vier, o surfista deverá virar a prancha ao contrário, ficando ele de barriga para cima segurando a prancha com uma mão em cada borda, ai ele deixa a onda passar e em seguida vira novamente para a posição normal.




Após o surfista ter aprendido a passar a arrebentação, ter treinado bastante subir na prancha e ficar em pé (equilibrar-se), o surfista aprende a fazer manobras na onda e o que que quer dizer cada uma delas:

a) Batida: Manobra na qual após o surfista descer toda a onda, vira a prancha para a direita ou para a esquerda e após isso a move para cima e chegando no lip da onda, que é onde a onda está começando a quebrar, ele da uma batida bem forte com a prancha no lip da onda.
b) Rasgada: Manobra na qual o surfista após descer toda a onda, vira a prancha para a direita ou para a esquerda bem rápido e com força, na qual espirra água.
c) Aéreo: Para executar essa manobra, o surfista precisa ser muito rápido, ele deve assim que descer a onda, virar a prancha para um dos lados e quando chegar no topo da onda dar um pulo bem alto com o impulso que pegar partindo da base da onda. Ele fica alguns segundos no ar e pousa na onda fazendo pressão no pé da frente.
d) Flaughter (Flolter): Manobra na qual após o surfista descer toda a onda, pega um impulso partindo da base da onda, deixa a onda passar um pouquinho na frente dele, move a prancha para cima, e chegando no topo da onda, pula bem baixinho, na qual acaba deslizando na crista da onda.
e) Cutback: Manobra na qual o surfista depois de ter dado a batida, se ele estiver de frente para a onda e for aquele surfista que põe o pé direito na frente, joga o corpo para trás, vai movendo a prancha para a esquerda, fica alguns segundos de costas para a onda, ai, ele vira a prancha para cima e chegando no lip da onda, da uma batida de costas bem forte, ai ele vira a prancha para a posição que estava antes, desce a onda novamente e continua surfando a onda.
f) 360: Manobra na qual o surfista da uma volta completa com a prancha.
g) Tubo: Manobra na qual o surfista após descer toda a onda, levanta a prancha com o pé da frente, fazendo com que a prancha perca velocidade e assim deixando a onda o cobrir, deslizando no interior do túnel formado por ela.
h) Mata Barata: Não é uma manobra, mais é o que o surfista faz, quando quer que a prancha perca velocidade, e ele faz isto, levantando a prancha com a perna da frente.






História do surf:

A origem deste esporte é incerta, há uma possibilidade de ter nascido no Peru, outros, acreditam que foram os Índios da Polinésia que inventaram, as primeiras pranchas foram muito maiores do que as da atualidade, eram feitas de madeira, aos poucos, foram existindo as pranchas menores e mais resistentes. O jesto do qual os surfistas se cumprimentam com o polegar e o mindinho colocando para baixo o indicador o dedo médio e o anular, foi devido ao rei Havaiano Camehameha, que enquanto surfava, dava tchau as pessoas da praia mas não tinha os dedos indicador, médio e anular dai que surgiu este jesto.


Respeitando o mar:

Todo surfista deve respeitar os seus limites, não é recomendável, que um surfista que esteja começando a surfar, entre em um mar perigoso e com ondas violentas se não estiver preparado para aquele tipo de mar. Todos que entrarem em um mar, devem tomar cuidado com ele de qualquer jeito, por mais calmo que ele esteja. As bandeiras vermelhas colocadas na orla marítima, no rasinho, estão indicando que naquele lugar há correnteza, os surfistas costumam entrar por aqueles lugares, quando o mar está com ondas muito grandes e difícil para passar a arrebentação, pois a corrente os leva para o fundo e naquele lugar não quebra onda e eles remam paralelo a praia. Mas banhistas não devem nadar nestes lugares, pois nestes lugares, que são essas saídas de água, o mar respira, ou seja, a água quando chega na areia volta para o fundo, e muitas pessoas já morreram nesses lugares, os salva-vidas durante o verão, ficam tomando conta se tem algum banhista nadando lá por perto, e se tem, ele apita avisando que nào se deve nadar lá. E não é recomendável surfar quando está chovendo muito forte e pesado, pois é muito perigoso cair um relâmpago na cabeça de qualquer um, mesmo se tiver algum para-raio por perto, não arrisque, pois pode ser fatal!

Há 2 diferentes tipos de surfistas:

a) Regular: Surfista que põe o pé esquerdo na frente.

b) Goofy foot: Surfista que põe o pé direito na frente, o contrário do regular.

4 exemplos de coisas que um surfista que está começando a surfar não pode fazer:

a) Ir para depois da arrebentação.
b) Surfar sozinho.
c) Surfar ao lado das pedras
d) Ignorar recomendações dos Salva - Vidas

Apetrechos do surf: ( 8 exemplos)
a) Prancha.
b) Camiseta de Lycra. (LAICRA)
c) Longjohn ou shortjohn (roupa de borracha curta ou comprida)
d) Estojo de prancha
e) Parafina.
f) Raspador.
g)Capa de prancha.
h)leche.

Há 2 tipos de ventos para surfar, o vento terral, aquele no qual sopra da terra para o mar, é o vento ideal para surfar, e o vento maral, aquele que sopra do mar para a terra, esse vento estraga as ondas e não é legal surfar com esse vento.


A prancha

É feita com um bloco de polurietano, nela é passada resina, é polida, é lixada, pintada, é colocado quilhas em baixo da prancha aonde ela começa para dar direção para a prancha, servem como lemé. É mais recomendável que 1 surfista mande fazer a sua prancha de acordo com o tamanho dele e o peso dele, para que seja uma prancha ideal para ele, porque assim, ele fica tendo uma prancha que nem afunda e nem flutua demais e uma prancha na qual o tamanho do surfista na prancha nem ultrapassa e nem sobra um monte, e se ele mandar fazer uma prancha, ele pode escolher quantas quilhas que ele quer que coloquem, pode ter no máximo 5 quilhas, normalmente as pranchas possuem 3 quilhas, se ele quer quilha de encaixe ou fixa, no fim, ele surfa com uma prancha apropriada para ele e do jeito que ele gosta.

Jogo X Esporte

Jogo

Jogo é toda e qualquer atividade em que as regras são feitas ou criadas num ambiente restrito ou até mesmo de imediato, em contrapartida ao desporto (esporte, no Brasil), em que as regras são mais estáveis. Geralmente, os jogos têm poucas regras e estas tendem a ser simples. Pode envolver um jogador sozinho ou dois ou mais jogando cooperativamente. Jogos são atividades estruturadas ou semi-estruturadas, normalmente praticadas com fins recreativos e, em alguns casos, como instrumento educacional. São, geralmente, distintos do trabalho, que visa remuneração e da arte, que está geralmente associado à expressão de idéias. Esta separação não é sempre precisa, assim, há jogos praticados por remuneração e outros associados à expressão de idéias e emoções. Jogos geralmente envolvem estimulação mental ou física, e muitas vezes ambos. Muitos deles ajudam a desenvolver habilidades práticas, servem como uma forma de exercício, ou realizam um papel educativo, simulacional ou psicológica.

Esporte



A célebre frase latina mens sana in corpore sano (mente sã em corpo são) ilustra o fato de que o homem sempre sentiu necessidade de exercitar seu corpo para poder alcançar um equilíbrio psíquico completo.
Em geral se consideram esportes as atividades de recreio ou competitivas que exigem certa dose de esforço físico ou de habilidade. Podem ser individuais ou coletivos. No passado só eram considerados esportes as atividades recreativas praticadas livremente, como a pesca e a caça, em contraposição aos jogos, competições atléticas organizadas de acordo com regras determinadas. A distinção entre esportes e jogos hoje é menos clara, e com freqüência os dois termos são usados de forma indistinta.
Desde o início, o objetivo principal do esporte foi a conservação ou o incremento de atributos físicos como a agilidade ou a força. O esporte ajuda também a fomentar certas qualidades espirituais como a coragem, a disciplina e a constância. Não obstante, fica patente também que a finalidade concreta de toda atividade desportiva organizada está em conseguir recordes os melhores resultados possíveis na prática de algum esporte ou em derrotar um oponente; daí a organização dos campeonatos ou desafios desportivos, que se realizam a intervalos determinados.
Todo esporte pressupõe um fator de competitividade, que induz o desportista a lutar e a se esforçar por vencer uma série de dificuldades frente a um adversário. Normalmente o adversário é um outro desportista, mas nem sempre é assim, já que às vezes o objeto da luta é vencer a própria natureza ou enfrentar a sorte.
O esporte engloba jogos e atividades físicas, como atletismo. Corridas não são consideradas jogos, embora existem táticas e uma certa interatividade entre os atletas. Xadrez é um jogo, até um esporte para muitos, porém o jogador não se mexe. Entretanto, um excelente preparo físico é fundamental para o enxadrista ter resistência e concentração. Nos jogos, a malícia, a astúcia, a estratégia e a leitura constante da dinâmica do jogo são aspectos fundamentais, enquanto que no atletismo, a técnica e o preparo físico são decisivos.